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Internacional - 03/05/2011

Debate sobre a mídia do século XXI celebra o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 3 de maio



A discussão sobre o crescente papel da internet, a emergência de novas mídias e o crescimento das redes sociais marcam o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa 2011 – celebrado hoje, 3 de maio – em todo o mundo. Mais de 100 países planejam eventos para comemorar a data e lembrar a importância de uma imprensa livre, independente e plural para as sociedades democráticas. No Brasil, o dia está sendo celebrado com a realização do Seminário Internacional A Mídia do Século XXI: Novas Fronteiras, Novas Barreiras, que acontece, no auditório do Instituto Rio Branco, em Brasília.

O Seminário Internacional discutirá o papel das novas mídias no fortalecimento da liberdade de imprensa, assim como os riscos que se colocam a esse direito fundamental de todas e todos. Temas como a atuação da organização Wikileaks, o poder das mídias sociais e a ética do jornalismo na internet farão parte dos debates. Participam como palestrantes Andrew Puddephatt, diretor da Global Partners and Associates, organização que promove a boa governança, a democracia e os direitos humanos, e Caio Túlio Costa, jornalista consultor de mídia digital e autor, entre outros, do livro “Ética, jornalismo e nova mídia: uma moral provisória”. A moderação está a cargo do jornalista Mauro Malin, editor assistente do Observatório Online e colaborador do Instituto Via Pública.
A cerimônia de abertura conta com a participação da ministra Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, do embaixador Antonio de Aguiar Patriota, ministro das Relações Exteriores, de Vincent Defourny, Representante da UNESCO no Brasil, e do embaixador Georges Lamazière, diretor do Instituto Rio Branco. A organização do seminário é uma parceria da UNESCO no Brasil, Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Ministério das Relações Exteriores e do Instituto Rio Branco. A entrada é franca e as inscrições foram aceitas pelo e-mail liderdadedeexpressao@unesco.org.br até o limite de lotação do auditório. O Seminário será transmitido ao vivo pela TV NBR.



Celebrações para o 3 de maio

O dia 3 de maio de 2011 também relembrará os 20 anos da Declaração de Windhoek, documento adotado pelas Nações Unidas em 1991 em conferência realizada em Windhoek, na Namíbia, sobre o desenvolvimento de uma imprensa livre na África.
A Declaração enfatiza a importância de uma imprensa livre, independente e plural para o desenvolvimento e a preservação da democracia e do desenvolvimento econômico. O estabelecimento do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa pela ONU aconteceu dois anos depois da aprovação da Declaração de Windhoek.
• Mensagem conjunta das Nações Unidas sobre o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa de 2011
• Declaração de Windhoek (em inglês)
• Página do World Press Freedom Day (em inglês)
• Conheça eventos em todo o mundo pelo Dia Mundial da Liberdade de Imprensa 2011 (em inglês)

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ABELARDO DA(S) HORA(S)... INESQUECÍVEIS!

Rua do Sossego, 307! Era assim que eu reconhecia a casa do nosso vizinho de rua... Sorridente, por vezes a porta de sua casa, conversava com todo mundo. Sempre munido de uma boina branca e uma camisa de linho bem posta. Mas, apesar da coincidência de endereços, foi o trabalho e a crença em um ideal de justiça que proporcionou, por várias vezes, o nosso encontro.

POR OUTRO MODELO DE ATENÇÃO À INFÂNCIA

Joel Birman (2012) faz uma acurada reflexão sobre as modalidades do mal estar e sua incidência na subjetividade atual, em seu livro intitulado “O sujeito na contemporaneidade”. Para Birman, há uma compulsão na atualidade pelo uso de psicotrópicos, que se modela e dissemina em nossos dias de forma banal. Com a popularização do uso de diversos psicotrópicos, compreende-se que há um remédio para qualquer mal estar. Com efeito, há uma modificação nos laços sociais, intermediado pelo imperativo farmacológico, a cada manifestação de comportamentos singulares.

AÇOITES

Em “12 anos de escravidão”, filme que traz para a tela do cinema a história do violinista Solomon Northup (homem negro, que teve sua vida interditada e brutalmente modificada após ser traficado), a temática da tortura, no formato de escravidão, cometida contra negros é abordada de maneira singularmente realista, o que gera aos telespectadores a possibilidade de refletir sobre essa forma de violência, ainda tão presente nos dias atuais.

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