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Nacional - 29/05/2015

NOTA DE REPÚDIO À DECLARAÇÃO DO DEPUTADO ESTADUAL JOEL DA HARPA

NOTA DE REPÚDIO À DECLARAÇÃO DO DEPUTADO ESTADUAL JOEL DA HARPA

O GAJOP – Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares, ONG de Direitos Humanos com Status Consultivo Especial junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas vem, por meio desta, apresentar o seu profundo repúdio as declarações do Deputado Estadual Joel da Harpa em sessão plenária de 26 de maio de 2015.
Considerando o papel parlamentar na defesa e garantia dos direitos fundamentais de todas e todos, e que o referido parlamentar é membro suplente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Participação Popular da Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, desse modo, devendo, de maneira especial, ser atento protetor dos Direitos Humanos de todo o conjunto da população pernambucana.
E, ademais, compreendendo que Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se a inviolabilidade do direito à vida, é que este GAJOP vem a público posicionar-se plenamente contrário às declarações do referido deputado que vão de encontro ao princípio da dignidade humana e do respeito aos Direitos Humanos de toda a sociedade.
Assim sendo, exige-se imediata retratação pública do Deputado Estadual Joel da Harpa, bem como posicionamento amplo da Casa de Joaquim Nabuco, para que tal conduta não venha a ser tacitamente aceita como válida ou adequada a qualquer indivíduo, sobretudo, um membro do parlamento estadual.

Recife, 27 de maio de 2015.

Coordenação Executiva do GAJOP

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ABELARDO DA(S) HORA(S)... INESQUECÍVEIS!

Rua do Sossego, 307! Era assim que eu reconhecia a casa do nosso vizinho de rua... Sorridente, por vezes a porta de sua casa, conversava com todo mundo. Sempre munido de uma boina branca e uma camisa de linho bem posta. Mas, apesar da coincidência de endereços, foi o trabalho e a crença em um ideal de justiça que proporcionou, por várias vezes, o nosso encontro.

POR OUTRO MODELO DE ATENÇÃO À INFÂNCIA

Joel Birman (2012) faz uma acurada reflexão sobre as modalidades do mal estar e sua incidência na subjetividade atual, em seu livro intitulado “O sujeito na contemporaneidade”. Para Birman, há uma compulsão na atualidade pelo uso de psicotrópicos, que se modela e dissemina em nossos dias de forma banal. Com a popularização do uso de diversos psicotrópicos, compreende-se que há um remédio para qualquer mal estar. Com efeito, há uma modificação nos laços sociais, intermediado pelo imperativo farmacológico, a cada manifestação de comportamentos singulares.

AÇOITES

Em “12 anos de escravidão”, filme que traz para a tela do cinema a história do violinista Solomon Northup (homem negro, que teve sua vida interditada e brutalmente modificada após ser traficado), a temática da tortura, no formato de escravidão, cometida contra negros é abordada de maneira singularmente realista, o que gera aos telespectadores a possibilidade de refletir sobre essa forma de violência, ainda tão presente nos dias atuais.

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