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Nacional - 01/07/2015

O GAJOP TAMBÉM DIZ NÃO À REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

Na madrugada desta quarta-feira (1°de julho), foi rejeitado pelo Plenário da Câmara Federal o texto sobre a PEC 171/93, referente à redução da maioridade penal. Com um pleito acirrado, 303 deputados votaram a favor e 184 contra. Tiveram ainda 3 abstenções. Embora a maioria da bancada tenha sido favorável ao texto, a votação exigia o mínimo de 308 votos para a sua aprovação. Após muitas manifestações, articulações e debates com a sociedade e os movimentos sociais, entidades contrárias à proposta comemoraram o resultado.

Acreditamos que foi uma vitória da Constituição e das vozes que não se calam diante da ameaça de retrocesso à garantia dos direitos fundamentais. Lutamos em defesa da dignidade, do respeito e da ampliação dos direitos. Rejeitamos qualquer iniciativa que ameacem nossas conquistas. Continuemos firmes, acreditando que a verdadeira aplicação do ECA e do SINASE é o caminho para responder ao clamor da sociedade por justiça. Justiça essa que se faz com garantia de direitos fundamentais e reconhecimento da condição peculiar em desenvolvimento.

Por isso reafirmamos: Não à redução da maioridade penal! Não ao aumento do tempo de internação!

Confira o resultado da votação no link: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/POLITICA/491397-CAMARA-REJEITA-PEC-QUE-REDUZ-MAIORIDADE-PENAL-PARA-CRIMES-HEDIONDOS.html

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ABELARDO DA(S) HORA(S)... INESQUECÍVEIS!

Rua do Sossego, 307! Era assim que eu reconhecia a casa do nosso vizinho de rua... Sorridente, por vezes a porta de sua casa, conversava com todo mundo. Sempre munido de uma boina branca e uma camisa de linho bem posta. Mas, apesar da coincidência de endereços, foi o trabalho e a crença em um ideal de justiça que proporcionou, por várias vezes, o nosso encontro.

POR OUTRO MODELO DE ATENÇÃO À INFÂNCIA

Joel Birman (2012) faz uma acurada reflexão sobre as modalidades do mal estar e sua incidência na subjetividade atual, em seu livro intitulado “O sujeito na contemporaneidade”. Para Birman, há uma compulsão na atualidade pelo uso de psicotrópicos, que se modela e dissemina em nossos dias de forma banal. Com a popularização do uso de diversos psicotrópicos, compreende-se que há um remédio para qualquer mal estar. Com efeito, há uma modificação nos laços sociais, intermediado pelo imperativo farmacológico, a cada manifestação de comportamentos singulares.

AÇOITES

Em “12 anos de escravidão”, filme que traz para a tela do cinema a história do violinista Solomon Northup (homem negro, que teve sua vida interditada e brutalmente modificada após ser traficado), a temática da tortura, no formato de escravidão, cometida contra negros é abordada de maneira singularmente realista, o que gera aos telespectadores a possibilidade de refletir sobre essa forma de violência, ainda tão presente nos dias atuais.

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