Programa - Justiça Cidadã


O que fazemos

Hoje, o Projeto Justiça Cidadã concentra suas atividades no Núcleo de Investigação em Métodos Não-Violentos de Resolução de Conflitos e Direitos Humanos - NUIDH que tem como objetivos:

(a) Produzir e difundir conhecimento sobre a temática do acesso à Justiça e métodos não-violentos de resolução de conflitos, na perspectiva dos Direitos Humanos, realizando a investigação-ação, a partir das práticas sociais de exercício de direitos e de realização da justiça, tanto na perspectiva extrajudicial como formal;
(b) Formar em métodos não-violentos de resolução de conflitos, atores políticos e profissionais interessados que pretendam atuar, em seus espaços de intervenção, a partir dos princípios dos direitos humanos, bem como fornecer base para a replicação das ações de mediação, com vistas a incidir no campo da prevenção da violência e contribuir para a construção de uma cultura de Direitos Humanos e cidadania;
(c) Possibilitar um diálogo fomentador de um reconhecimento cidadão nas comunidades de atuação, por meio de atividades de educação em direitos de caráter coletivo, utilizando-se dos elementos constitutivos da mediação de conflitos, com foco na não-violência, demonstrando sua viabilidade enquanto proposta de política pública.

ABELARDO DA(S) HORA(S)... INESQUECÍVEIS!

Rua do Sossego, 307! Era assim que eu reconhecia a casa do nosso vizinho de rua... Sorridente, por vezes a porta de sua casa, conversava com todo mundo. Sempre munido de uma boina branca e uma camisa de linho bem posta. Mas, apesar da coincidência de endereços, foi o trabalho e a crença em um ideal de justiça que proporcionou, por várias vezes, o nosso encontro.

POR OUTRO MODELO DE ATENÇÃO À INFÂNCIA

Joel Birman (2012) faz uma acurada reflexão sobre as modalidades do mal estar e sua incidência na subjetividade atual, em seu livro intitulado “O sujeito na contemporaneidade”. Para Birman, há uma compulsão na atualidade pelo uso de psicotrópicos, que se modela e dissemina em nossos dias de forma banal. Com a popularização do uso de diversos psicotrópicos, compreende-se que há um remédio para qualquer mal estar. Com efeito, há uma modificação nos laços sociais, intermediado pelo imperativo farmacológico, a cada manifestação de comportamentos singulares.

AÇOITES

Em “12 anos de escravidão”, filme que traz para a tela do cinema a história do violinista Solomon Northup (homem negro, que teve sua vida interditada e brutalmente modificada após ser traficado), a temática da tortura, no formato de escravidão, cometida contra negros é abordada de maneira singularmente realista, o que gera aos telespectadores a possibilidade de refletir sobre essa forma de violência, ainda tão presente nos dias atuais.

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